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Cultura viva: ArtRio recebe cerca de 15 000 visitantes na Marina da Glória

A feira foi o primeiro evento a pedir a apresentação da comprovação de vacinação contra a Covid-19 na cidade. Galeristas estão satisfeitos

Por Marcela Capobianco Atualizado em 13 set 2021, 17h59 - Publicado em 13 set 2021, 17h58

A 11ª edição da ArtRio – e a segunda em tempos de pandemia – foi encerrada neste domingo (12). A programação presencial, na Marina da Glória, dividiu holofotes com uma polpuda série de atividades on-line, reunindo importantes nomes do mercado internacional.

A feira foi o primeiro evento a pedir a apresentação da comprovação de vacinação contra a Covid-19 no Rio, garantindo segurança para os visitantes e para os profissionais que trabalharam nos cinco intensos dias de duração. O público presente total foi de 14 800 pessoas, entre quarta (8) e domingo (12).

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“Mais uma vez, a arte mostrou que resiste a tudo. Nosso compromisso com toda a cadeia do segmento é muito forte, e a questão do presencial, do olhar, da admiração, é muito importante”, diz Brenda Valansi, presidente da feira.

Com 65 galerias participantes e 16 instituições, entre elas o MAM Rio e a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, o evento teve como destaque a apresentação de obras alusivas ao cenário social, cultural e político do país.

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A produção de novos artistas também apareceu bastante nos cinco dias de evento. “Acho muito importante falar sobre diversidade e inclusão. Nomes jovens, de diferentes histórias e trajetórias, estão conquistando relevantes espaços na cena atual e são valorizados 100% pelo excelente conteúdo artístico produzido”, complementa Brenda.

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O Instituto Vida Livre, que atende e devolve animais silvestres ao seu hábitat natural, contou mais uma vez com um estande na ArtRio, vendendo peças criadas pela artista Anna Bella Geiger. Roched Seba, fundador da instituição, comemorou o desempenho.

“Esse ano foi incrível. Tivemos importantes vendas de obras e também a presença de muitas pessoas interessantes, que vieram conhecer o projeto e o nosso trabalho. Foi uma forma de arrecadar, de divulgar e também de conscientizar a população”, conta.

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Mesmo com a crise econômica e a desvalorização do real, galeristas consideraram boa a experiência para os negócios.

“A feira foi positiva. Começou ruim, por conta da queda da bolsa, mas depois evoluiu, sendo melhor até do que o ano passado. Vendemos obras de vários artistas, dos mais históricos aos mais jovens. É sempre uma delícia fazer a feira no lugar mais bonito do mundo”, resume Alexandre Roesler, da Galeria Nara Roesler.

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