Depois de 200 anos, araras-canindés voam livres pela Floresta da Tijuca
Reintrodução no Parque Nacional marca nova etapa na recuperação da fauna na Mata Atlântica
Nesta quarta (7), a Floresta da Tijuca ganhou um reforço de peso. Extintas no Rio há mais de 200 anos, as araras-canindés voltaram a voar livres no Parque Nacional da Tijuca, algo considerado histórico pelos especialistas envolvidos no programa de reintrodução.
As aves chegaram ao parque em junho de 2025 e passaram sete meses em preparação antes do grande momento. Com treinamento de voo, ambientação com a mata e transição alimentar, as araras tiveram tudo para aumentar as chances de adaptação na vida selvagem.
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As primeiras “residentes” dessa nova fase são as três aves batizadas com humor bem brasileiro: Fernanda Torres, Sueli e Fátima, uma homenagem direta ao seriado Tapas e Beijos. Elas foram levadas ao parque por meio do projeto Refauna, com apoio do ICMBio e uma rede de parceiros.
Especialistas envolvidos no projeto explicam que a iniciativa vai além de “devolver” uma espécie ao território, uma vez que o objetivo é recuperar interações ecológicas importantes para a biodiversidade do ecossistema.





