Aluguel de patinetes elétricos é regulamentado no Rio; entenda as regras
Até então, o serviço estava operando em caráter experimental pela empresa Whoosh, que contabilizou mais de 2,9 milhões de viagens desde junho de 2024
Um decreto publicado na terça (10) regulamenta o aluguel de patinetes elétricos compartilhados na cidade. Além de estabelecer regras para circulação, operação e fiscalização, a medida ainda possibilita a expansão para áreas além da Zona Sul e do Centro — onde operavam em caráter experimental desde 2024.
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Operado por empresas credenciadas pela prefeitura, o serviço passa a ter regras permanentes para funcionamento, que já estão valendo. Entre os principais pontos, estão:
- Velocidade máxima de 20 km/h nas vias e 6 km/h em áreas de convivência;
- Circulação preferencial em ciclovias e vias com limite de até 40 km/h;
- proibição de transporte de passageiros;
- Proibição de uso por menores de 18 anos;
- Retirada e devolução dos veículos em estações definidas pela prefeitura;
- Fiscalização compartilhada entre Secretaria de Transportes, CET-Rio, Guarda Municipal e Secretaria de Ordem Pública;
- Cobrança de taxas das empresas operadoras, destinadas ao Fundo Municipal de Mobilidade Urbana Sustentável.
Durante o período de testes, autorizada pelo programa Sandbox.Rio em junho de 2024, a empresa Whoosh contabilizou mais de 2,9 milhões de viagens; 972000 usuários ativos e aproximadamente 230 empregos diretos e indiretos gerados.







