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Ainda sem data, Carnaval de rua começa a sair do papel em outubro

PM, Ministério Público e blocos participam, pela primeira vez, da elaboração de regras e contrapartidas para empresas interessadas em patrocinar os desfiles

Por Cleo Guimarães 25 set 2020, 11h43

Por conta da pandemia do coronavírus, ainda não há previsão sobre quando – e se – o carnaval de rua do Rio acontecerá em 2021. Mas planejar é preciso, e os interessados em patrocinar os desfiles vão poder consultar o caderno de encargos e contrapartidas a partir da primeira semana de outubro, data prevista para sua publicação no Diário Oficial do Município.

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As orientações que fazem parte do caderno eram elaboradas até este ano pela Riotur, mas desta vez elas vêm sendo discutidas por um grupo que inclui também representantes dos blocos, da Polícia Militar e do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), do Ministério Público.

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A ideia da consulta prévia aos órgãos e grupos de carnaval é que se evite problemas recorrentes relacionados ao Carnaval de rua, como a má distribuição de ambulâncias e postos de atendimento médico, além de dar mais transparência à obtenção (ou não) da licença de quem deseja desfilar – cabe à PM e ao Corpo de Bombeiros decidir quem pode ou não botar seu bloco na rua. “Essa parceria pode ajudar a eliminar várias questões que incomodam e costumam receber críticas”, diz o presidente da Riotur, Fabricio Villa Flor.

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A empresa Dream Factory foi a última patrocinadora do Carnaval de rua do Rio, e firmou um contrato de cerca de  75 milhões de reais, com três anos de duração. O novo contrato segue os mesmos moldes e, caso não seja realizado o carnaval em 2021 por causa da pandemia, contam-se os três anos seguintes.

 

 

 

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