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QG da Propina: as acusações do MP contra o ex-prefeito Marcelo Crivella

Os promotores pedem na ação que ele e outras dez pessoas sejam condenados e devolvam R$ 32 milhões aos cofres públicos

Por Da Redação
22 jan 2026, 14h08 •
A imagem mostra o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, com semblante que denota preocupação
Crivella: promotores pedem em ação que ele e outros dez denunciados sejam condenados e devolvam R$ 32 milhões aos cofres públicos (Reprodução/Veja.com)
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  • O ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) e outras dez pessoas foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) por improbidade administrativa no caso do “QG da Propina”. Os promotores pedem na ação que eles sejam condenados e devolvam R$ 32 milhões aos cofres públicos da prefeitura do Rio. O ex-prefeito nega as acusações. 

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    De acordo com a Globonews, a denúncia, feita em dezembro, ainda não foi analisada pela Justiça. Segundo as investigações, o esquema incluía notas fiscais frias, fraudes em licitações da prefeitura do Rio e contratos fictícios para desvio do montante. Parte da do texto diz que “tal esquema de corrupção foi executado de forma planejada, consciente e coordenada”.

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    Crivella e o empresário Rafael Alves, que tinha grande interferência na gestão do ex-prefeito, seriam os gestores da operação. O contrato de R$ 789 milhões firmado entre o Previ-Rio — instituto de previdência dos servidores municipais — e o grupo Assim Saúde foi o foco das investigações. O MP-RJ conclui no inquérito que a licitação foi direcionada ilegalmente e que o edital foi elaborado de forma a beneficiar a empresa que o venceu.

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    Os promotores afirmam na acusação que foi combinado o pagamento de propina equivalente a 3% do valor global que, em contratos com o município do Rio, fosse recebido pela Assim Saúde. O MP-RJ diz ainda que o ex-prefeito tinha total ciência dos atos praticados por seus funcionários e que ele tinha o domínio finalístico e funcional dos fatos.

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    O empresário Rafael Alves não foi localizado para comentar as denúncias, o grupo Assim Saúde não quis se manifestar. Por meio de nota, além de negar as acusações, afirmou não ter sido ouvido ainda na investigação e que a contratação do plano de saúde “foi conduzida pelo Previ-Rio, com aval da Controladoria-Geral, da Procuradoria-Geral do Município e do Tribunal de Contas.”

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