Paolla Oliveira e Diogo Nogueira: perseguição poderá ter penas maiores
O português Luís Mário Monteiro Piçarra, que fez ameaças e foi atrás da atriz em sua casa, será investigado também por injúria e lesão corporal
Em fevereiro, Paolla Oliveira e Diogo Nogueira passaram por momentos de tensão quando um homem invadiu o condomínio da atriz e ameaçou o casal. Segundo o jornal O Globo, a Justiça determinou que o inquérito que indiciou o português Luís Mário Monteiro Piçarra por perseguição (stalking) vá para uma vara criminal, pois serão investigados também injúria e lesão corporal.
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A mudança do juizado especial cível para a vara criminal aconteceu justamente por esses dois últimos itens ultrapassarem os limites da pena prevista no artigo 61 da Lei 9.099/95, que estabelece infrações penais de menor potencial ofensivo.
A atriz relatou que recebia mensagens ameaçadoras de Piçarra por suas redes sociais havia cerca de três meses antes do ocorrido. Ele chegou a se declarar para ela por meio do Instagram e a dizer que viria ao Brasil para encontrá-la.
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Diogo contou que estava na casa da namorada, na Barra quando uma funcionária avisou que um homem estava no condomínio e iria buscar um celular. Ao saber das características físicas dele, Paolla contou que era o mesmo que a havia ameaçado e não permitiu sua entrada.
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Porém, pouco depois o sambista foi pedir ao vizinho para diminuir o som e deu de cara com o português, que, segundo o cantor, começou a xingá-lo. De acordo com o depoimento do artista à 16ª Delegacia de Polícia Civil (Barra), Piçarra andou em sua direção e gritou: “Filho da p. que está estragando a minha vida!” e “Imbecil!”. Sentindo-se ameaçado, o cantor deu-lhe um soco.
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Demonstrando estar alterado, tendo falado frases desconexas, algumas até incompreensíveis, o português chegou a ameaçá-los de morte com uma arma da qual diz possuir porte. Os seguranças do condomínio, então, intervieram. Eles acionaram o 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) e os policiais militares encaminharam o português para a 16ª DP. Intimado a depor em outra data, o homem não compareceu.
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Paolla solicitou medidas protetivas de afastamento e a proibição de qualquer forma de contato com o português, ambas deferidas pelo Poder Judiciário.
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