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“Não seremos intimidados”, dizem advogados processados por Paula Lavigne

Eles atuam em ação que ex-funcionária da empresária e de Caetano Veloso move contra o casal na Justiça do Trabalho

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 24 jun 2024, 17h15 - Publicado em 24 jun 2024, 14h50

Paula Lavigne está processando os advogados da sua ex-governanta, Edna Santos. Não há mais detalhes sobre o caso, pois ele está sob segredo de justiça. Os escritórios de Christiano Mourão, Cláudio Virgulino e Gabriella Ventura publicaram em suas redes um comunicado, sem citar nomes, em relação ao processo.

“Estamos sendo interpelados criminalmente e sofrendo uma representação ético-disciplinar apenas e tão somente por termos exercido o nosso dever de agir, em qualquer seara, na defesa de cliente. Isso é um ataque não apenas contra nós, mas contra a advocacia como um todo, contra a ordem constitucional e contra a própria democracia“, diz um trecho do texto.

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O segredo de justiça requerido, neste caso, só beneficia a parte que deu início a um processo temerário, descabido, irresponsável e intimidatório contra advogados“, afirma outra parte do comunicado.

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“Registre-se: nós não nos assustamos com truculência, não nos abalamos com assédio, não seremos intimidados e vamos continuar defendendo o direito dos nossos clientes e combatendo a criminalização da advocacia custe o que custar”, finaliza o texto.

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Edna Santos trabalhou para Paula Lavigne e Caetano Veloso por 22 anos, primeiro como arrumadeira e, mais tarde, como governanta. Demitida por justa causa no dia 6 de maio, ela entrou na justiça trabalhista contra os ex-patrões e pede 2,6 milhões de reais de indenização.

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Ela teria sido demitida sob as acusações de furtar garrafas de bebidas alcoólicas, se hospedar de forma clandestina em uma casa na Bahia e utilizar um veículo da empresa do músico para fins particulares, de acordo com a Veja SP.

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Ela também teria sido acusada de furtar uma grande quantidade de dólares que o casal guardava em casa. De acordo com os advogados de Edna, Paula teria começado uma investigação privada para apurar o sumiço. A então funcionária teria entregado para a patroa, voluntariamente, extratos bancários dos últimos sete anos, a fim de demonstrar que todo seu dinheiro provinha de trabalho.

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Mesmo assim, no dia 3 de maio Paula teria confiscado o celular que a empregada utilizava, violando o sigilo de suas conversas e fazendo backup dos dados privados da funcionária, conforme frisam os advogados de Edna. Para eles, no aparelho estavam informações que poderiam comprovar a jornada excessiva e o assédio moral. Eles pedem o ressarcimento do item.

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A ex-empregada do casal quer que eles provem as acusações e cobra direitos trabalhistas. Edna recebia 4,8 mil reais mensais, sendo 2 mil deles “por fora”. A indenização prevê pagamento por adicional noturno, acúmulo de funções, horas extras e incorporação de remuneração, entre outros.

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Uma situação de Edna com Paula Lavigne viralizou na web. Foi no programa Angélica: 50 e Tanto, quando a anfitriã pediu que cada uma de suas convidadas ligasse para uma mulher que admirava e declarasse isso. Paula resolveu ligar para a funcionária.

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Paula perguntou algumas coisas sobre a casa e em seguida disse: “Tá, Edna, só para dizer que eu te admiro muito, tá?”, ao que a funcionária respondeu: “Tá, o que que aconteceu?”. Ao que a empresária respondeu: “Pediram pra eu ligar para uma pessoa que eu admirasse.”

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“Ah, eu também admiro a senhora”, continuou devolveu ela. “Você sabe que pode contar comigo, não sabe, Edna?”, disse Paula. “Claro, eu sempre soube, e a senhora também”, emendou a funcionária. “Tá, beijo!”, finalizou Paula

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