Milton Nascimento recebeu diagnóstico de Parkinson em 2023, revela filho
Homenageado da Portela ao músico rendeu o quinto lugar na colocação. Escola volta para o desfile das campeãs, no sábado (8)
O cantor e compositor Milton Nascimento foi celebrado com toda a pompa e merecimento pela Portela em um desfile que garantiu à escola o quinto lugar em 2025 – o que carimba a volta da agremiação ao desfile das campeãs, no próximo sábado (8).
Ao cruzar a Praça da Apoteose, o artista afirmou que aquele foi o dia mais feliz de sua vida, agradecendo à Azul e Branca de Madureira e Oswaldo Cruz. Devido às dificuldades de locomoção, Milton desfilou sentado no último carro alegórico, que representava o sol.
O filho do cantor, Augusto Nascimento, revelou ao Jornal Nacional que Milton foi diagnosticado com doença de Parkinson há dois anos, mas vem convivendo bem com a doença dentro do possível. “Isso vem trazendo limitações com a idade, e ainda junta com a diabetes. Em paralelo, ele está feliz com a vida, empenhado com o lance da Portela, com todas as homenagens e honrarias que vem recebendo”, disse Augusto.
Em 2022, o artista se despediu oficialmente dos palcos, com a emocionante turnê A Última Sessão de Música, após seis décadas dedicado ao ofício.
Em fevereiro deste ano, ele foi indicado ao Grammy de melhor álbum vocal de jazz pelo trabalho com a americana Esperanza Spalding. Na cerimônia, Milton teve uma cadeira negada na fila A – a que concentra os principais concorrentes da noite – e, como tem dificuldades de subir escadas, acabou desistindo de acompanhar a premiação.
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A doença de Parkinson afeta o sistema nervoso central, região do cérebro encarregada de receber e processar informações, e principalmente o sistema motor, que é responsável por controlar os movimentos do corpo.
O Parkinson é causado pela redução progressiva da produção de dopamina, molécula cerebral que responsável por controlar os movimentos como andar, escrever e falar. É a segunda doença neurodegenerativa (quando os neurônios se deterioram) mais comum no mundo, e afeta cerca de 11 milhões de pessoas ao redor do globo, segundo informações disponíveis no site do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
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