Leo Jaime sobre a bossa nova: “O carioca deveria se apropriar do gênero”
"Cantar de graça, na praia, é uma espécie de retorno ao início da minha carreira”, diz o músico, que se apresenta com Ricardo Leão na sexta (23)
Goiano radicado no rio, Leo Jaime era conhecido por Leo Guanabara na adolescência vivida nas descoladas areias da Zona Sul.
E é justamente na Praia de ipanema que ele se apresenta na próxima sexta (23), ao lado de Ricardo Leão, um dos primeiros amigos que fez na cidade, abrindo o Festival Rio Bossa Nossa.
“No final da década de 1970, minha turma se reunia na Vieira Souto. Cantar de graça, na praia, para um monte de gente, é uma espécie de retorno ao início da minha carreira”, refletiu o músico de 65 anos, que vai passear de Amy Winehouse a Tim Maia em ritmo de bossa nova.
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“Passei uns dias de férias em Buenos Aires e vi tango em cada esquina. Os cariocas deveriam se apropriar bem mais do gênero musical surgido aqui, porque é sofisticado e popular. Esse show é uma tentativa de trazer um frescor ao ritmo”, observou o artista, que poderá ser visto em dois filmes em 2026.
Nos dias de folga, ele gosta de percorrer o circuito gastronômico da cidade. “Tem muita novidade surgindo, em diversos bairros. Todo mundo ganha”, concluiu.





