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A atriz Leandra Leal contou nas redes sociais nesta segunda (2) que comprou um dumb phone para a filha, Júlia, de 11 anos. Trata-se de uma alternativa ao smartphone, um aparelho que só faz ligação e manda mensagens. Não dá acesso a aplicativos como Instagram e TikTok, por exemplo. No entanto, a menina não gostou do layout do artefato, e a atriz fez a postagem cobrando que as marcas desenvolvam algo mais moderno e atraente
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“Procurei bastante mas tudo que eu encontro na internet tem um marketing que repele adolescentes, desing antigo e foco prioritariamente em pessoas que não conseguem usar um smartphone, ainda assim comprei um. O aparelho chegou rapidamente e num ótimo preço, resolveu a necessidade da nossa família mas a minha filha achou o aparelho um mico… Então fica aqui a dica do consumidor: precisamos de um aparelho assim para adolescentes no mercado nacional. Um telefone pensado para adolescentes, e que adolescentes curtam mesmo sem ter tudo aquilo que eles gostariam – mas adicionando coisas que eles adoram. Nossa saúde mental agradece”.
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Ela ainda ponderou no vídeo que é muito cedo para dar um smartphone para a filha:
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“Não acho que ela tenha maturidade e nem que isso deva acontecer tão cedo. Eu não sou contra tecnologia, mas tudo o que eu vejo sobre o assunto fortalece a minha intuição de que devo adiar esse momento o máximo possível. Mas telefones não são só smartphones e agora precisamos de um telefone para deslocamentos, para termos contato com ela quando não está em casa. Um aparelho que ligue e passe mensagem, mas que não seja um computador na mão, que não tenha rede social”.
Uma pesquisa de 2024 feita pela ExpressVPN nos EUA, Reino Unido, França e Alemanha identificou que, na geração Z, há um “esforço notável para reduzir o tempo de tela”, com 17% dos entrevistados limitando com sucesso seu uso em todos ou na maioria dos dias. No entanto, 28% acham muito difícil diminuir o tempo de tela e 12% nem chegam a tentar, apesar de concordarem que perdem muito tempo ao celular.