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Dona de restaurante interditado em Ipanema reclama de fiscalização

'Não posso impedir que fiquem em pé do lado de fora, a calçada é pública', diz Andréa Tinoco, do Pato com Laranja; queixa é frequente entre empresários

Por Cleo Guimarães 19 out 2020, 17h31

Multado pela segunda vez por aglomeração, o Pato com Laranja, em Ipanema, foi interditado e autuado em R$ 26 000 pela Vigilância Sanitária na noite desta sexta (16). De acordo com a Prefeitura, os fiscais haviam constatado, no último 26 de setembro, que o distanciamento social não estava sendo respeitado dentro e fora do restaurante, na movimentada esquina da Rua Visconde de Pirajá com a Aníbal de Mendonça. A situação teria se repetido dias atrás.

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Em entrevista a VEJA RIO, Andréa Tinoco, dona do restaurante, nega qualquer aglomeração “da porta para dentro”, e diz que segue rigorosamente todos os protocolos sanitários. “Pegaram pesado comigo. Somos uma casa badalada, animada, e como em qualquer lugar do mundo, tem fila na porta para entrar”, afirma. Para Andréa, não é função do restaurante fiscalizar as calçadas. “Isso quem tem que fazer é a Guarda Municipal, a Vigilância Sanitária. Por que não multam quem está sem máscara, aglomerando do lado de fora?”.

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De acordo com a Prefeitura, são consideradas gravíssimas as infrações dos estabelecimentos que permitirem aglomerações, com infrações de R$ 15 mil a R$ 26 mil – esse último valor é em caso de reincidência. A interdição, nestes casos, é de sete dias.

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