Paulinho da Viola
- Recomendação: 12 anos
Resenha por Carol Zappa

Em setembro de 2014, estreou no Vivo Rio o espetáculo comemorativo de seus cinquenta anos de carreira. “O primeiro show tinha duas horas. Ainda assim, dava pena deixar várias canções de fora”, lembra Paulinho da Viola, a caminho do mesmo palco para encerrar, no sábado (16), uma vitoriosa turnê que atravessou 2015 e rodou o país. A apresentação, hoje com vinte minutos a menos, é um desfile de clássicos do naipe de Coração Leviano, Dança da Solidão e Sei Lá, Mangueira, composição dele e de Hermínio Bello de Carvalho. Sinal Fechado, outro hino, foi incluída no repertório a pedido do público. Na lista das escolhidas, a mais antiga é Coisas do Mundo, Minha Nega, uma das faixas do primeiro disco-solo, de 1968, e a caçula é Nem no Samba Eu Vou, parceria dele com Eduardo Gudin. Um Cara Bacana, homenagem ao parceiro Elton Medeiros, Paulinho ainda não gravou, mas já tem mostrado ao vivo. Entre sucessos e canções menos conhecidas, o dono da festa conta histórias e relembra sambas de antigamente. A banda que o acompanha é formada por Ricardo Costa (bateria), Dininho (baixo), Mario Sève (sopro), Adriano Souza (piano), Hércules, Celsinho Silva, Paulino Dias (percussão), seu filho João Rabello (violão), sua filha Beatriz Faria e Muiza Adnet (voz).







