Ponto Transição

Veja Rio:

Resenha por Renata Magalhães

Espaço amplo, a Fundição Progresso abriga de grandes shows a peças de teatro, passando por eventos que arrastam multidões, a exemplo do festival Anima Mundi. A partir de quinta, 1º de setembro, a construção imponente vai dedicar todo o seu espaço, do térreo ao 4º andar, incluindo o terraço e uma cozinha desativada, à mostra Ponto de Transição. Serão exibidas criações de trinta artistas contemporâneos de gerações diversas. A coletiva reúne, entre outras obras, gigantescas estruturas metálicas concebidas por Hugo Houayel e poemas visuais desenvolvidos para a mostra pelo veterano Wlademir Dias-Pino — que, recentemente, brilhou em individual no Museu de Arte do Rio —, em parceria com Regina Pouchain. A dupla montou uma projeção de 1 000 slides, editados no formato de fotovídeo. Tchello d’Barros, Eduardo Coimbra e Marcos Chaves foram outros nomes escolhidos pela curadoria do Centro de Artes Visuais da Funarte/MinC.

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