O Século do Samba
Resenha por Carol Zappa

Desde a gravação, em 1916, de Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, considerado o marco inicial, muita água rolou. Diferentes vertentes do gênero, surgidas nos últimos 100 anos, são celebradas no projeto O Século do Samba, que chega ao CCBB carioca depois de passar por Brasília, São Paulo e Belo Horizonte.
Monarco e Nei Lopes abrem a série de quatro shows na quinta (17), passeando por composições de terreiro e de Carnaval. No dia seguinte, a dupla paulistana Os Prettos e o carioca João Martins representam a nova geração. Moreira da Silva e seu samba de breque são reverenciados por Jards Macalé e Pedro Luís no sábado (19). No encerramento, o partido-alto é lembrado por Leci Brandão e Tantinho da Mangueira, esse um craque no estilo. As duplas são acompanhadas por Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas), que assina arranjos e direção musical, Dirceu Leite (sopros), Alceu Maia (cavaquinho) e, na percussão, Thiago da Serrinha, Cláudio Brito, Quininho da Serrinha e seu filho, Pedrinho da Serrinha, de apenas 9 anos.






