Jogos Mortais — Jigsaw
Resenha por Miguel Barbieri Jr
Filmes e cinesséries de terror tentam (e poucas vezes conseguem) se reinventar. Tirando leite de pedra, Jogos Mortais — Jigsaw até conquista resultado razoável e, para quem gosta do gênero, não vai decepcionar. Preste muita atenção à trama porque, nos minutos finais, são revelados todos os detalhes de um roteiro aparentemente simples, mas que se mostra engenhoso no desenrolar. John Kramer (Tobin Bell), também conhecido como Jigsaw, morreu há dez anos. Os tipos de crimes horrendos que ele cometia, porém, voltam à cena e chamam a atenção do investigador Logan (Matt Passmore). Enquanto isso, quatro pessoas, presas num galpão, são comandadas e condenadas à morte pela voz de Jigsaw. O matador, um justiceiro moral, leva suas vítimas ao sacrifício em jogos sádicos. Entre elas está uma mulher (papel de Hannah Emily Anderson, na foto) que perdeu o filho em circunstâncias misteriosas. Direção: Michael e Peter Spierig (Jigsaw, EUA, 2017, 92min). 18 anos.
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