Guilherme Vaz
Resenha por Rafael Teixeira

Ainda que tecnicamente correta, a classificação do mineiro Guilherme Vaz como músico e compositor soa insuficiente. Um dos mais premiados autores de trilhas sonoras do país, com mais de sessenta filmes no currículo, ele introduziu a música concreta no cinema brasileiro, com o filme Fome de Amor (1968), de Nelson Pereira dos Santos. Adepto das experimentações, acabou por fazer parte, entre o fim dos anos 60 e o início da década seguinte, da nascente cena carioca da arte conceitual, tornando-se um pioneiro ao produzir obras que tinham por base o som. Essa rica trajetória é apresentada em Uma Fração do Infinito, mostra que abre na quarta (13) no CCBB. Uma das salas será inteiramente dedicada às investigações de Vaz no campo da música, incluindo instalações sonoras e partituras convencionais e conceituais — entre as últimas, Silêncio, com instruções para uma performance. Vídeos, fotografias, desenhos e pinturas completam o acervo.
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