Egon Schiele — Morte e Donzela
Resenha por Miguel Barbieri Jr.
Egon Schiele já havia sido tema do filme Excesso e Punição, de 1980. Pintor expressionista marcado por retratos de nus artísticos, ele volta à tona em Egon Schiele — Morte e Donzela, que tem, entre seus trunfos, o foco em seus últimos oito anos de vida. Na Viena de 1910, Schiele (papel do insosso Noah Saavedra) faz de sua irmã, Gerti (Maresi Riegner), a modelo de seus desenhos eróticos. Até que ele conhece uma exótica dançarina de cabaré e a torna sua musa. A mudança mais radical, porém, ocorre pouco tempo depois: Schiele se apaixona pela jovem Wally (Valerie Pachner), que posava para o renomado Gustav Klimt. O presente se passa em 1918, quando Schiele está à beira da morte por causa da gripe espanhola. O vaivém dos anos provoca ainda mais interesse por entender as mudanças de comportamento da época e compreender até que ponto a liberdade de expressão era tolerável. Direção: Dieter Berner (Egon Schiele: Tod und Mädchen, Áustria/Luxemburgo, 110min). 14 anos.
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