Bergman — 100 Anos
Resenha por Miguel Barbieri Jr.
Em 14 de julho, Ingmar Bergman completaria seu centenário de nascimento. Chega, portanto, em ótima hora às telas o documentário Bergman — 100 Anos. O registro, além de revelador, faz uma análise do homem Bergman por meio de sua filmografia. A realizadora Jane Magnusson crava num ano especial. Em 1957, o cineasta lançou O Sétimo Selo, rodou Morangos Silvestres, foi internado com fortes dores estomacais, dirigiu peças de teatro. Jane explora sua genialidade com o mesmo peso que confere às faces do marido ciumento e infiel, do simpatizante do nazismo, do pai ausente de nove filhos, do diretor workaholic. Sem se ater à cronologia, o filme vai e volta no tempo, dá uma “engasgada” ao focar as investidas de Bergman no teatro, mas há depoimentos para justificar que, mesmo imperfeito, criou obras-primas. Direção: Jane Magnusson (Bergman: a Year in a Life, Suécia/Noruega, 2018, 117min). 12 anos.
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