A Repartição do Tempo
Resenha por Miguel Barbieri Jr
Fora da caixinha, A Repartição do Tempo é um sopro de novidade na comédia nacional. A crítica ácida e irônica ao funcionalismo público transcorre em história bem fantasiosa. Em Brasília, anos 80 (em detalhista recriação de época), o protótipo de uma máquina do tempo é encostado no departamento de patentes e invenções. Lá, funcionários passam as horas esperando o momento de ir embora, a exemplo de Jonas (Edu Moraes, na foto), aspirante a quadrinista. A certa altura, o chefe-vilão (Eucir de Souza) resolve duplicar seus subalternos e prendê-los num porão. Cheio de referências, o filme é atropelado por tantas (boas e más) ideias e o desfecho frustra por deixar dúbia sua posição sobre a burocracia nacional. Direção: Santiago Dellape (Brasil, 2016, 100min). 16 anos.
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