A Noite do Jogo
Resenha por Miguel Barbieri Jr
Em meio aos dramas do Oscar e às aventuras campeãs de bilheteria com super-heróis, A Noite do Jogo surge como um oásis para quem gosta de comédia, um gênero que, neste ano, só teve um representante decente, Artista do Desastre. Para um público mais amplo, a nova atração se vale de uma história com contratempos, mistérios, suspense, ação e “pegadinhas” para divertir a plateia. Dá certo, embora o roteiro tenha certo exagero nas “surpresas”. Casados, Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) são fanáticos por joguinhos de adivinhação, como tentar arriscar dizer o nome de um filme por mímica. Eles até reúnem os amigos em casa para fazer noitadas de brincadeiras. Um convite inesperado do irmão de Max vai dar uma esquentada no jogo: o ricaço Brooks (Kyle Chandler) propõe uma missão investigativa em sua residência. Lá, alguém será sequestrado, e os participantes deverão descobrir quem é o “criminoso”. Não convém ir adiante. Repleto de referências cinematográficas, A Noite do Jogo faz rir sem apelações para o besteirol nem para as baixarias. O elenco está afiado, mas Jesse Plemons ganha a parada, na pele do vizinho policial, rejeitado e com olhar de psicopata. Direção: John Francis Daley e Jonathan Goldstein (Game Night, EUA, 2018, 100min). 14 anos.
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