A Filha
Resenha por Miguel Barbieri Jr.
Inspirada na peça O Pato Selvagem (1884), do norueguês Henrik Ibsen, A Filha foge do tom teatral para apresentar dramas familiares em versão contemporânea. Logo no início da trama, o empresário Henry (Geoffrey Rush) fecha sua madeireira e demite todos os funcionários. O ricaço está de casamento marcado com sua segunda mulher e, depois de muitos anos, seu filho, Christian (Paul Schneider), retorna à mansão da família. O rapaz tem um passado de alcoolismo e faz questão de permanecer longos momentos ao lado de seu amigo de infância, Oliver (Ewen Leslie), pai da adolescente Hedvig (Odessa Young). Os conflitos ainda vão envolver a esposa e o pai de Oliver (papéis de Anna Torv e Sam Neill). Há muitos personagens no enredo, mas cada um deles tem presença fundamental. Na estreita relação entre os amigos, despontam ressentimentos, inveja e ciúme. A garota é uma espécie de estopim para o surgimento de segredos escondidos sob o tapete. Com desenrolar denso, o filme deixa uma ponta em aberto. Que tal refletir em casa? Direção: Simon Stone (The Daughter, Austrália, 2015, 95min). 16 anos.
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