A Bela da Tarde
Resenha por Miguel Barbieri Jr
Catherine Deneuve (foto) já havia feito Os Guarda-Chuvas do Amor e Repulsa ao Sexo, mas foi com A Bela da Tarde que despontou como umas das maiores estrelas francesas, em 1967. Em papel ousado, a atriz interpreta Séverine, parisiense rica e bem-vestida (com deslumbrantes figurinos de Yves Saint Laurent), mas infeliz no casamento com um médico (Jean Sorel) por ser frígida. Ao saber da existência de um bordel de luxo, passa a atender clientes às tardes para sair da monotonia. A cópia restaurada está magnífica e, não fosse por detalhes de época, o clássico de Buñuel nem pareceria um cinquentão. Direção: Luis Buñuel (Belle de Jour, França/Itália, 1967, 100min). 16 anos.
O que é o Legendários, movimento que Brigido do BBB 26 faz parte
Ana Paula Renault afirma que será alvo da direita no paredão. Entenda!
Onze perguntas para Rodrigo Santoro: “Não fiz tatuagem nem abri vinícola”
Vem muita folga por aí! A lista completa de feriados no Rio em 2026
Nicole Tamborindeguy: a paisagista que transformou sensibilidade em marca





