CARNAVAL

Imperatriz

Conheça o samba-enredo 2012 da escola, "Jorge Amado Jorge"

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(Foto: Redação Veja rio)

O universo do escritor Jorge Amado é o tema da Imperatriz, escola com grande tradição no Carnaval (venceu oito vezes), mas que nos últimos tempos não tem se saído bem. A agremiação sente falta, com certeza, da batuta de Rosa Magalhães, carnavalesca que esteve à frente de todas as conquistas dos anos 90 para cá. Max Lopes, outro tarimbado artista da Sapucaí, é quem está no comando agora. Tentará conquistar o público já desde o abre-alas, uma bela coroa conduzida por Iemanjá.

A escola

Nome completo Imperatriz Leopoldinense

Ano de fundação 1959

Símbolo Uma coroa

Bases Bonsucesso, Complexo do Alemão, Olaria, Penha, Ramos

Cores Verde, branco e ouro

Algumas figuras ilustres Maria Helena, Niltinho Tristeza, Zé Katimba

Versos que marcaram ?Neste palco iluminado, só dá Lalá / és presente imortal?

Títulos no grupo principal 8

Último título 2001 (Cana-caiana, Cana-roxa, Cana Fita, Cana Preta, Amarela, Pernambuco: Quero Ver Descer o Suco na Pancada do Ganzá)

Ano passado 6º lugar

Atual presidente Luizinho Drummond

O desfile

Enredo Jorge, Amado Jorge

Carnavalesco Max Lopes

Mestre de bateria Noca

Rainha da bateria Luiza Brunet

Autores do samba Alexandre d?Mendes, Cristóvão Luiz, Jeferson Lima, Ribamar e Tuninho Professor

Intérprete Dominguinhos do Estácio

Coreógrafo da comissão Alex Neoral

Mestre-sala Phelipe Lemos

Porta-bandeira Rafaela Teodoro

Uma ala bacana A bateria, vestida como o bloco Ilê Aiê

Uma alegoria legal O carro com a personagem Gabriela

Famosos convidados Elymar Santos, Mara Rosa

Concentração No edifício Balança

Entrada na avenida Domingo, entre 23h10 e 23h44

O samba

Ave, Bahia sagrada!

Abençoada por Oxalá!

O mar, beijando a esperança,

Descansa nos braços de Iemanjá.

Menino Amado...

Destino bordado de inspiração.

Iluminado...

Vestiu palavras de fascinação.

Olha o acarajé! Quem vai querer?

Temperado no axé e dendê

Quem tem fé vai a pé... Vai, sim!

Abrir caminhos na lavagem do Bonfim

O vento soprou

As letras em liberdade.

Joga a rede, pescador!

O povo tem sede de felicidade.

A brisa a embalar

Histórias que falam de amor.

Memórias sob o lume do luar.

O doce perfume da flor.

Ê Bahia! Ê Bahia!

Dos santos, encantos, magia.

Kaô kabesilê! Ora iê iê Oxum!

Tem festa no Pelô.

Na ladeira, capoeira mata um.

Sou Imperatriz! Sou emoção!

Meu coração quer festejar!

Ao mestre escritor, um canto de amor

Jorge Amado, saravá!

Fonte: VEJA RIO