eventos paralelos

Filmes e oficinas para todos

Tem mostra no Cine Joia, intervenções no metrô e até curso infantil de desenho

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(Foto: Redação Veja rio)
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(Foto: Redação Veja rio)

Desde 2009, quando começaram a pensar no conceito da ArtRio, as sócias Elisangela Valadares e Brenda Valansi Osorio decidiram que o evento não poderia ser apenas uma feira de negócios. É claro que a venda de obras de arte é de fato a pedra de toque do projeto, mas diversas atrações paralelas foram planejadas com o intuito, principalmente, de dar leveza à programação, aproveitando também os belos espaços que o Rio oferece e a presença dos artistas que moram na cidade. O caráter comercial da feira estará, portanto, diluído em meio a um roteiro que tem tudo para agradar a variados estilos de visitantes. Uma loja da livraria Blooks foi erguida do lado de fora do armazém 2, e é ali que serão realizados ? não num auditório careta, mas num lounge que certamente contará com a brisa de inverno da Baía de Guanabara ? debates e palestras com uma dezena de artistas in loco.

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(Foto: Redação Veja rio)

Em outro estande, o desenhista Daniel Azulay levará diversão aos pequenos, com sua oficina de pintura. E essa pode ser uma ótima notícia para aqueles pais que têm receio de levar suas crianças a um evento gigante, por certo cansativo, e de artes plásticas. Aliás, para relaxar do anda-anda, que tal um chopinho? Perto da bilheteria estará montada uma filial do Botequim Informal. Para além da Praça Mauá, outras intervenções da ArtRio vão se integrar à agenda cultural carioca. É o caso das instalações no metrô e dos filmes que serão exibidos no Cine Joia, em Copacabana, versando sobre o universo das artes. Os eventos paralelos se completam com uma mostra de vídeos, ininterruptos, numa sala ao lado do restaurante do armazém 3, e com lançamentos de livros.

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(Foto: Redação Veja rio)
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(Foto: Redação Veja rio)

Existe ainda a expectativa de que aconteça uma performance, no último dia, liderada pelo artista plástico carioca Cabelo, numa espécie de happening ao som de funk, com os frequentadores convidados a participar. Definitivamente, o quase sempre sisudo círculo dos compradores e vendedores de arte nunca deve ter visto nada igual.

Mônica Imbuzeiro/Agência O Globo
(Foto: Redação Veja rio)

Fonte: VEJA RIO