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VEJA RIO seleciona 10 momentos memoráveis da Paralimpíada

Daniel Dias na piscina do Estádio Aquático Olímpico é um dos destaques dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Por Pedro Moraes - Atualizado em 5 dez 2016, 11h05 - Publicado em 10 set 2016, 01h00

Quem presenciou as competições da Olimpíada e gostou já se prepara para repetir a dose. E os que perderam o maior evento esportivo do mundo, em meio às paisagens cariocas, têm agora uma última oportunidade. A Paralimpíada Rio 2016 começou na quarta (7) e trouxe à cidade grandes atletas com histórias muito particulares de superação. Deficiências físicas e visuais e um passado marcado por um acidente são parte da biografia de muitos esportistas, mas não é só isso que se destaca. Eles são capazes de manobras impensáveis em cadeiras de rodas, conseguem marcas impressionantes com próteses supermodernas e marcam até gols incríveis sem enxergar. “Pela primeira vez, o brasileiro vai torcer pelo esporte paralímpico e conhecer os atletas de perto”, acredita um dos principais nadadores na disputa, o paulista Daniel Dias, dono de quinze medalhas nos Jogos, dez delas de ouro. “Esse é o mais importante legado para nós.”

A pira permanecerá acesa até o domingo 18, enquanto representantes de 170 países participam de 23 modalidades. Só a delegação brasileira é formada por 285 atletas. Muitos esportes, como o atletismo, por exemplo, dividem-se em inúmeras categorias, criadas com base nas limitações físicas dos esportistas. Diante de tamanha variedade nos onze dias de competição, VEJA RIO selecionou dez disputas extraordinárias para ver — e se emocionar. Assistir às partidas dos craques do futebol de 5 ou acompanhar as provas de alta velocidade no Velódromo do Parque Olímpico são apenas dois momentos imperdíveis. “Além das conquistas que iremos presenciar, será motivador para os deficientes daqui ver que pessoas como eles podem se transformar em ídolo”, afirma Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro. Uma injeção de alto-astral na cidade e nos cariocas.

+ Andrew Parson quer Brasil em quinto no quadro de medalhas

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