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Três perguntas para Paulo Gustavo

O ator escreveu (com Fil Braz), dirige e estrela <em>Online</em>, superprodução sobre a era da conectividade

Por Renata Magalhães Atualizado em 5 dez 2016, 10h57 - Publicado em 5 nov 2016, 00h00

 

Qual o segredo para estar conectado e não perder as coisas que só o mundo real oferece?

Estar conectado também ao seu entorno. Presto atenção em cada coisa que aparece no meu dia a dia e é lá que acho inspiração para os meus personagens. Eu me forço a estar ligado em tudo ao mesmo tempo. Não dá para se isolar só no virtual.

Já passou por alguma situação engraçada por estar mergulhado no mundo on-line?

Ao mesmo tempo em que sou superconectado, costumo me perder. Esqueço de pagar o táxi, pesar a comida no restaurante por quilo e perco meu celular cinco vezes por dia, cada uma delas acompanhada de um pequeno ataque cardíaco. Meus amigos costumam dizer que perdi o foco, mas, na verdade, só decidi focar outra coisa que não eles naquele momento.

Seus espetáculos são sempre grandiosos. O que o público pode esperar de Online?

Grandiosidade! Estou sempre querendo fazer um espetáculo melhor do que o outro. Quero surpreender! São dezoito cenários, mais de sessenta figurinos e sete atores que cantam e dançam o tempo inteiro. É preciso gostar do que faz e estar sempre se divertindo. Consegui reunir uma equipe com uma energia tão boa em cena que transparece para o público.

› Teatro Oi Casagrande. Sexta, 21h30; sábado, 19h e 21h30; domingo, 20h. R$ 50,00 a R$ 150,00. A partir de sexta (11).     

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