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Orgulho negro: três espetáculos no Rio que abordam o combate ao racismo

Amor de Baile mergulha nos bailes black dos anos 70, Pequeno Manual Antirracista se passa em uma escola e o premiado Macacos aborda o genocídio negro

Por Kamille Viola
Atualizado em 17 Maio 2024, 10h12 - Publicado em 17 Maio 2024, 06h00

Amor de Baile mergulha nos bailes black dos anos 70 para falar sobre empoderamento racial e amor entre pessoas negras, além de questionar a criminalização da cultura favelada e suburbana. Idealizado por Juliane Cruz e Junior Melo, com texto de Tati Vilela, o espetáculo tem direção de Rei Black e supervisão de Dom Filó, um dos principais nomes do movimento Black Rio, que, em plena ditadura militar, combateu o racismo com ferramentas como a música e a dança. Sesc Tijuca. Teatro II. Rua Barão de Mesquita, 539. Qui. a sáb., 19h. Dom., 18h. R$ 7,50 a R$ 30,00. Ingressos na bilheteria. De 30 de maio a 30 de junho.

Pequeno Manual Antirracista — A Peça
Luana Xavier: atriz é dirigida por Aldri Anunciação em seu primeiro monólogo, baseado em livro de Djamila Ribeiro (Caio Lirio/Divulgação)

Primeira adaptação de uma obra da filósofa Djamila Ribeiro, Pequeno Manual Antirracista — A Peça é a estreia da atriz Luana Xavier em monólogos. Com direção de Aldri Anunciação, o espetáculo mistura elementos biográficos de Aldri, Luana e Djamila. Na trama, a professora de ensino médio Bell vê sua aula interrompida por uma manifestação. Ela começa um irônico e animado debate sobre racismo com os alunos, até que eles descobrem as razões do protesto do lado de fora. Teatro Firjan Sesi Centro. Avenida Graça Aranha, 1. Seg. e ter., 19h. R$ 15,00 a R$ 30,00. Ingressos pelo https://www.sympla.com.br. Até 11 de junho.

Macacos
Clayton Nascimento: depois de apresentações na Biblioteca Parque, premiado monólogo Macacos terá temporada na Europa (Mariana Ricci/Divulgação)

Última chance para assistir ao premiado monólogo Macacos, escrito, dirigido e encenado por Clayton Nascimento, que em seguida sai em turnê internacional. Partindo de episódios da história do país até chegar aos relatos e estatísticas das mães e famílias dos jovens negros presos ou executados pela Polícia Militar no Brasil, de 1500 até 2021, ele levanta uma série de questionamentos, em uma contundente reflexão sobre o racismo estrutural e o genocídio negro. As apresentações acontecem dentro do projeto Parque de Ideias. Teatro Alcione Araújo. Biblioteca Parque Estadual. Avenida Presidente Vargas, 1261, Centro. 21 e 22 de maio, 17h. Grátis. Ingressos pelo https://www.sympla.com.br.

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