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Temporada de estreias: quatro novas peças no circuito

Peça canadense "Siri" chega pela primeira vez na América Latina e coloca um iPhone como coadjuvante no palco

Por Renata Magalhães - 18 nov 2017, 14h45

 

Nityam Fotografia5/Divulgação

A Praia do Mel. Filho do diretor Paulo de Moraes, Jopa Moraes assume a direção do texto de estreia do poeta Felipe  Bustamante. Em cena, a cidade do Rio de Janeiro serve como pano de fundo para apresentar as contradições dos novos  tempos. Chris Igreja, Hikari Amada, Rodrigo Salvadoretti, Samuel Paes de Luna, Thiago Carvalho e Vitor Sampaio (foto) compõem o elenco e se alternam em vários personagens, representando desde figuras históricas até manifestantes dos dias de hoje (70min). 14 anos. Armazém Companhia de Teatro. Rua dos Arcos, 24 (Fundição Progresso), Lapa. Segunda a quarta, 20h. R$ 40,00. Até 20 de dezembro. Estreia na segunda (20).

DIOGO CALI/Divulgação

Cinco Tiros em John Lennon. Sob a supervisão de Victor Garcia Peralta, a atriz Ana Beatriz Nogueira estreia na função de diretora com um monólogo sobre o assassinato de um ídolo mundial. Guilherme Nasraui (foto acima) estrela o próprio texto, que recria os devaneios mentais e os passos do americano Mark David Chapman na fatídica noite de 1980, quando assassinou
o integrante da banda Beatles (40min). 12 anos. CCBB. Rua Primeiro de Março, 66, Centro. Quarta a domingo, 19h30. R$ 20,00. Até 23 de dezembro. Estreia na quinta (23). 

A Mulher Invisível. Em seu primeiro monólogo, Catarina Abdalla (foto ao lado) dá vida à faxineira de uma loja de artigos masculinos que divide, em cena, suas angústias com os manequins das vitrines. Sob a direção de Amir Haddad, questões como a invisibilidade de certas classes e a solidão do cotidiano são levantadas com leveza no texto de Maria Carmem Barbosa (80min). 16 anos. Teatro Nelson Rodrigues. Avenida República do Chile, 230, Centro. Quinta a domingo, 19h. R$ 30,00 a R$ 40,00. Até 17 de dezembro. Estreia na quinta (23).

Julie Artacho/Divulgação

Siri. Famoso aplicativo de assistência pessoal da Apple, a Siri é um dos personagens do espetáculo canadense que chega pela primeira vez ao Brasil. No palco, a atriz Laurence Dauphinais (foto) interage em tempo real com a ferramenta, o que faz com que cada apresentação seja única. Questionamentos sobre a relação entre o homem e a tecnologia norteiam o texto, escrito pela
atriz em parceria com a diretora Maxime Carbonneau (70min). Livre. Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo. Quinta a domingo, 20h. R$ 30,00. Até 17 de dezembro. Estreia na quinta (23).

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