Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Paizões cariocas contam como a paternidade transformou suas vidas

Com a chegada do Dia dos Pais, eles demonstram o amor que sentem por seus filhos tanto no dia a dia quanto em simples atitudes

Por Abril Branded Content Atualizado em 29 jul 2021, 20h52 - Publicado em 30 jul 2021, 10h00

Comemorar o Dia dos Pais é um costume presente na vida dos brasileiros: todo segundo domingo de agosto, famílias se reúnem no país inteiro para mostrar o afeto e o carinho que sentem pelos grandes paizões – sejam eles de sangue, coração e, em alguns casos, representados por mulheres, mães, tios que cumprem esse importante papel de colocar todo o amor do mundo em seus filhos. Além da educação, a presença dos pais no dia a dia dos filhos é superimportante durante toda a criação de caráter e personalidade de uma criança, já que seus valores acabam virando exemplo para o resto da vida. Para quem não sabe, o Dia dos Pais surgiu nos Estados Unidos, em 1909, com a filha de um ex-combatente da Guerra Civil Americana que resolveu homenagear seu pai e fortalecer os laços familiares.

No Brasil, a data demorou um pouco mais para ser comemorada. Em 1953, o publicitário Sylvio Behring preparou um concurso para homenagear três tipos de pais: o com maior número de filhos, o mais jovem e o mais velho. O concurso ganhou grande repercussão na imprensa e várias entidades ajudaram o publicitário na divulgação da campanha, que terminaria no segundo domingo de agosto. Desde então, o brasileiro incorporou a data em seu calendário e comemora o Dia dos Pais.

Ser pai é muito mais do que assumir o papel masculino na vida de uma criança, é sobre ser presente! Por isso, escolhemos duas histórias de cariocas que fazem de tudo em seu dia a dia para compartilhar o amor por meio de simples atitudes e abraçar em sua totalidade a missão de ser pai.

Boticário
“Para mim, é extremamente importante vivenciar e curtir cada descoberta dela”, Gustavo Corrêa, pai da Gabi. Vitor Martins/Estúdio ABC

Nasce um filho, nasce um pai

Gustavo Corrêa, 35 anos, mora na capital do Rio de Janeiro. Ele nunca teve a presença paterna em sua vida, já que seus pais se separaram logo após o nascimento de seu irmão. Por isso, o desafio de ser pai para ele era algo novo e, ao mesmo tempo, um pouco assustador. “Sempre tive na minha cabeça o quão presente eu gostaria de ser para que minha filha não passasse os perrengues que passei por conta dessa falta.” Acompanhou todos os momentos da gravidez da esposa e, quando a Gabi, sua filha, chegou, descobriu o amor incondicional que algo tão pequeno, de precisamente 49 centímetros, poderia trazer.

Desde então, ele começou a enxergar a vida com outros olhos e ganhou um novo objetivo: ser o melhor pai do mundo e compensar a ausência do seu. O carioca faz questão de estar presente no dia a dia da Gabi e, em pequenos ou grandes gestos, mostrar o amor que sente pela sua pequena. Ele sabe a importância de um pai presente e como sua falta é capaz de influenciar a vida de uma pessoa, enxergando na sua experiência uma possibilidade de aprendizado. “Sei bem os medos que tive na minha infância e não quero que a Gabi precise encarar esses mesmos sentimentos. Para mim, é extremamente importante vivenciar e curtir cada descoberta dela junto com a minha esposa. E, no nosso caso, a chegada de um filho nos aproximou ainda mais como casal, pois compartilhamos um nobre propósito: cuidar da Gabi e dar muito carinho para ela”.

Continua após a publicidade

O primeiro passo, a primeira palavra, a primeira birra… tudo isso está gravado com muito amor em sua memória, mas um dos momentos em que Gustavo sente maior conexão com sua filha é na hora do banho. “Desde a primeira semana de vida dela, sou eu quem dá o banho. Hoje, com 2 anos e 8 meses, ela prefere que eu a ajude e rola até um ‘ciuminho’ da mamãe”, brinca.

Boticário
“Somos família há pouco mais de um ano. Foi a decisão certa para me sentir realizado e completo”, Erasmo Coelho, pai solo do Gustavo. Vitor Martins/Estúdio ABC

Nunca estar sozinho

Erasmo Coelho, professor carioca de 39 anos, tem uma história de vida e paternidade bem diferente: ele é solteiro e pai solo por adoção de um menino de 12 anos. “Sempre tive o sonho de ser pai, independentemente de ter alguém comigo ou não. Pensava nisso desde pequeno sem entender bem ao certo o que era, mas tinha a certeza de que queria ser pai por vias adotivas. O tempo passou e o desejo só aumentou”, conta Erasmo.

Em 2019, no seu aniversário, ele resolveu pensar em tudo o que já tinha vivido até aquele momento. Foi aí que veio a conclusão: chegava a hora de ser pai, de ser família. Antes de entrar no processo de adoção de uma criança, Erasmo ponderou bastante sua decisão para ter a certeza de que era a coisa certa a fazer naquele momento. Após cinco meses, no Dia das Crianças daquele ano, Erasmo foi habilitado para adotar uma criança. “Alguns momentos de ansiedade surgiram, então decidi focar essa ansiedade num livro para meu filho, em postagens no meu Instagram e na criação de um canal YouTube chamado Pai Solo – Erasmo Coelho”, conta.

O tempo passou e, em março de 2020, no começo da pandemia da Covid-19 em todo o planeta, Erasmo recebeu uma foto e a informação: esse é o Gustavo, de 11 anos, e ele está ansioso por ter uma família. Somente isso. Ao ver a foto dele fazendo um sinal de positivo com a mão, Erasmo se apaixonou pelo sorriso do garoto.

“No mesmo dia, o fórum entrou em contato comigo para saber mais sobre a minha vida e se eu realmente estava interessado”, lembra. Após marcar uma reunião no abrigo onde Gustavo morava, Erasmo conheceu seu filho por vídeo já no dia seguinte. A partir daí foram 30 e poucos dias de conversas por videochamada e telefone. Passaram abril e maio e, em um determinado momento, Gustavo, ao telefone, ao se despedir de Erasmo, disse: “tchau, pai”. “Fiquei sem saber o que falar, pensei rápido e disse: ‘tchau, meu filho’. O mais incrível foi que nossa aproximação foi totalmente atípica: tudo aconteceu virtualmente devido à pandemia. Nos conhecemos pessoalmente quando fui buscá-lo em São Paulo, um dia depois do meu aniversário”, conta. Claro, o momento foi mágico e Erasmo chorou muito ao ver Gustavo pessoalmente. “Estamos juntos, somos família há pouco mais de um ano. Foi a decisão certa para me sentir realizado e completo. Tive o prazer de alfabetizá-lo. Ele é um menino amoroso e cuidadoso”, finaliza. E, apesar de tantos bons momentos, Erasmo sabe que ser pai, ainda mais solo, não é fácil: existem dias de tempestade e momentos em que não sabe o que fazer, mas as coisas se resolvem naturalmente. O amor de pai é maior que qualquer problema.

Para todos os tipos de pai

Homenagear o pai com um presente é um singelo gesto de agradecimento por todo o amor dedicado e pelos aprendizados compartilhados durante uma vida. E, para surpreender e presentear com o carinho que eles merecem, O Boticário tem opções de kits incríveis em edições limitadas, pensados para estilos diferentes de pais e feitos com embalagens de papel e plástico 100% reciclados. Inclusive, pela primeira vez, a marca lançou também um kit feminino, para quem tem na mãe ou em outra mulher a sua figura paterna. Ao comprar um kit de Dia dos Pais de O Boticário, você também compartilha o bem, já que automaticamente participa da campanha Compre e Doe, ajudando o Instituto Grupo Boticário a apoiar o Projeto Jovens em Transformação. Em parceria com a ONG Recriando Raízes, a marca prepara jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro e de São Paulo para o mercado de trabalho. Durante todo o ano, por meio de cursos de capacitação, o grupo vai transformar a história de quase 5 000 jovens. Não deixe de homenagear seu pai nesta data! São diversas opções de presentes a partir de 49,90 reais e kits com até 20% de desconto. Aproveite, é só até o dia 8 de agosto! Vá até uma loja, chame O Boticário no  WhatsApp oficial e válido para todo o país (0800 744 0010) ou fale com um revendedor e escolha o kit perfeito para o seu pai. Encontrar o revendedor mais próximo de você é fácil: é só acessar encontre.boticario.com.br e buscar pelo seu CEP.

Continua após a publicidade
Publicidade