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Mangueira ocupa o MAM com oficinas paralelas a homenagem a Hélio Oiticica

Instituição repara, mais de cinco décadas depois, episódio em que membros da agremiação foram barrados em exposição do artista carioca

Por Marcela Capobianco Atualizado em 15 jan 2021, 10h36 - Publicado em 15 jan 2021, 06h00

Homenageado no Museu de Arte Moderna com a exposição A Dança na Minha Experiência, o carioca Hélio Oiticica (1937-1980) acreditava que os espectadores não deviam somente contemplar pinturas e esculturas, mas, sim, vivenciá-las.

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Assim surgiram os parangolés — panos coloridos que transformam quem os veste em obra de arte. Em 1965, Oiticica convidou ritmistas da Mangueira — escola da qual era passista — a desfilar pelo MAM com seus parangolés. Os músicos, no entanto, foram barrados na porta.

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Mais de cinco décadas depois, a instituição busca reparar o erro com uma série de oficinas ministradas por integrantes da Verde e Rosa, como o casal de mestre-sala e porta-ban­deira Matheus Olivério e Squel Jorgea, que marcam presença na sexta (22). As inscrições devem ser feitas pelo site do museu.

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