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Museu do Samba promove seminário sobre preservação da memória do samba

A porta-bandeira Selminha Sorriso será empossada no Conselho do Samba durante o evento, que terá ainda feijoada e roda de samba

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 11h25 - Publicado em 18 mar 2016, 17h55

No próximo sábado (19), sambistas e pesquisadores se reunirão no Museu do Samba, na Mangueira, para discutir o cenário e as propostas de preservação das matrizes do samba carioca. Realizado em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o seminário Desafios da Salvaguarda de bens imateriais registrados como forma de expressão abordará iniciativas para a proteção da memória e a valorização do gênero, assim como de outras formas de manifestações culturais afro-brasileiras, a exemplo do jongo e da capoeira.

A porta-bandeira da Beija-Flor Selminha Sorriso, que tomará posse como membro do Conselho do Samba durante a ocasião, está entre os debatedores confirmados, junto a outros integrantes do conselho: Aluísio Machado, compositor da Império Serrano; Pituka Nirobe, contadora de histórias e diretora cultural da Mocidade Independente de Padre Miguel; Selma Candeia, presidente do Grêmio Recreativo de Arte Negra e Escola de Samba Quilombo; Nilcemar Nogueira, diretora- executiva do Museu do Samba; e a pesquisadora Rachel Valença.

O seminário acontece entre 10h e 13h e tem entrada gratuita (limitada a 100 vagas). As inscrições podem ser feitas pelo email contato@museudosamba.org.br. Após o debate, será oferecida uma feijoada aos participantes. Na parte da tarde, a partir das 15h, será realizada no museu uma nova edição do Sarau do Samba, com entrada a R$ 10,00. Quem participar do semin��rio terá entrada franca também na roda.

Museu do Samba/Centro Cultural Cartola. Rua Visconde de Niterói, 1296, Mangueira.

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