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Lendário clube Hippopotamus volta à ativa após 15 anos

Um dos clientes mais assíduos da época de ouro do estabelecimento era o rei Pelé

Por Pedro Moraes - 24 jun 2017, 09h05
Pelé com Danuza Leão, relações-públicas da casa no início dos anos 80 Acervo Hippopotamus/Divulgação

Ponto de encontro da sociedade carioca por 26 anos, o clube privê Hippopotamus, em Ipanema, reuniu socialites, artistas e atletas num tempo em que ninguém era chamado de celebridade. Um dos mais assíduos era Pelé (na foto com Danuza Leão, relações-públicas da casa no início dos anos 80). “Ele foi um grande boêmio e um grande pegador. Já não jogava mais e curtia muito a noite. Só ia embora com o dia amanhecendo”, lembra o empresário Ricardo Amaral, criador da boate. A lista de frequentadores inclui nomes como o ator americano Charlton Heston, o magnata grego Aristóteles Onassis e inúmeras jovens musas, a exemplo de Luiza Brunet, Luma de Oliveira e Xuxa. Uma surpresa foi a presença do ex-­presidente Ernesto Geisel. “Um dia chego lá e está sentado no bar o mais austero dos generais. Haviam marcado um brinde antes de um casamento”, conta Amaral. O point lendário, fechado em 2002, ganhará nova versão, na mesma calçada, em frente à Praça Nossa Senhora da Paz, mas dois números depois, batizado como Club Hippo. A abertura não oficial acontece no domingo (2), para o aniversário de Gisella Amaral, mulher de Ricardo. No dia seguinte, o público em geral vai conhecer o espaço, dotado de restaurante aos cuidados do chef Ricardo Lapeyre, terraço com tabacaria e telão de LED próximo à pista de dança.

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