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Iphan fará campanha da candidatura de Paraty a Patrimônio Mundial

A entidade divulgará o conteúdo do dossiê apresentado à UNESCO ao público durante a 16ª edição da Flip, que ocorre na cidade entre os dias 25 e 29 de julho

Por Redação VEJA RIO - 18 jul 2018, 19h21

Paraty pode ser o primeiro sítio misto brasileiro a ganhar o título de Patrimônio Mundial, em 2019. A candidatura defende que a cidadezinha encanta os visitantes tanto pela beleza natural quanto pela riqueza cultural. O balneário, que abriga 187 ilhas cobertas por vegetação primária, recebe a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) anualmente. Neste ano, durante a 16ª edição do evento, uma programação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vai apresentar o conteúdo do dossiê apresentado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Na Casa do Iphan, no Centro Histórico, o público poderá conhecer os valores que fazem do território um lugar único no mundo. A candidatura faz um recorte de mais de 130 mil hectares, em que o centro histórico se cerca de quatro áreas de preservação ambiental: o Parque Nacional da Serra da Bocaina; o Parque Estadual da Ilha Grande; a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul; e a Reserva Ecológica Estadual da Juatinga.

A casa abre na quarta-feira (25), quando receberá representantes do Iphan, Ministério do Meio Ambiente e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

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