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Festival de Inverno terá edição on-line com lives no Morro da Urca

Marcelo D2, Ferrugem, Thiago Martins, Detonautas, CPM 22 e Raimundos vão se apresentar nos dias 7 e 8 de agosto para público restritíssimo

Por Marcela Capobianco - Atualizado em 21 jul 2020, 13h04 - Publicado em 21 jul 2020, 12h27

A pandemia sacolejou todo o calendário cultural previsto e, aos poucos, festividades voltam a acontecer, se ancorando na internet para chegar ao grande público. O Festival de Inverno Rio, que  chega à quarta edição, vai acontecer nos dias 7 e 8 de agosto, no Morro da Urca.

Os shows serão transmitidos no formato de lives, pelo canal do Youtube do evento. Na plateia, apenas cinquenta convidados famosos, dispostos em 25 mesas, ao ar livre, no melhor estilo ‘isolado’.

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Na noite de sexta (7), quando é comemorado o dia da cerveja, acontecem as apresentações de Marcelo D2, Ferrugem e Thiago Martins. O sábado (8) será dedicado aos amantes do rock, com Raimundos, Detonautas e CPM22.

Na preparação, a montagem do evento será feita em esquema de rodízio, com divisão de dias e horários por equipes de montagem, a fim de evitar aglomeração, e sempre com a utilização máscaras e luvas. Os convidados do evento vão adquirir alimentos e bebidas por meio de um aplicativo do próprio festival. A ida ao banheiro também será agendada por meio do app.

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“Quis realizar o festival nessas condições para provar à indústria que é possível promover eventos antes da vacina chegar à população. Em condições normais, o Morro da Urca consegue receber duas mil pessoas. De acordo com as liberações da prefeitura, eu poderia ter planejado um festival para um terço dessa capacidade, mas mantive o número de cinquenta convidados, por precaução e segurança”, conta Peck Mecenas, realizador do Festival de Inverno Rio.

Quem assistir aos shows em casa poderá fazer doações a profissionais do setor de eventos que estão sem emprego.

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Peck Mecenas acredita que, no final de outubro, vai consegue realizar a tradicional Oktoberfest ao ar livre, na Marina da Glória, para cinco mil pessoas, em vez de quinze mil, como acontecia nos tempos pré-pandemia.

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“O setor de eventos teve quase quatro meses para se reorganizar, rever contratos e planejar o futuro. Depois da vacina, as pessoas estarão sedentas por cultura, shows, teatro… As marcas vão querer investir em festas para grandes públicos”, diz, otimista com o que vem por aí.

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