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Entrevista: Luana Piovani vive duas mulheres em peça inédita

Ao lado de Leonardo Medeiros e Marcelo Laham, atriz discute idiossincrasias do coração em "E Se Eu Não Te Amar Amanhã?"

Por Renata Magalhães - 6 Maio 2017, 13h10

 

 

Paula Kossatz/Divulgação

De que forma o cinema está presente neste espetáculo? Decidimos desmistificar os bastidores de uma produção, e isso se tornou uma opção de linguagem. Como espectadora, sempre tive essa curiosidade, e percebo por quem me acompanha nas redes sociais que as pessoas gostam de entender esse processo. Isso exige do elenco uma concentração muito afiada, mas não existe estreia que não seja desafiadora.

Além de viver a protagonista, que está passando pelo término de um casamento, você dá vida a uma prostituta transexual. A questão de gênero é levantada em cena? Não, é tudo tratado com muita naturalidade, sem querer incitar discussão alguma. A maneira como eu interpreto a Suelen é a mesma com que eu faria uma mulher linda e sedutora — que é o que ela é.

Você acredita que há realmente um prazo de validade para o amor? É uma verdade se falamos do amor romântico, da paixão. Aos 40, eu já aprendi que isso dura só uns três anos e depois se transforma em algo diferente, como o companheirismo e a segurança. Hoje escolho ter uma paixão que acabe e um amor que permaneça.

› Teatro do Leblon. Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon. Quinta a sábado, 21h; domingo, 19h. R$ 60,00 a R$ 80,00. Até 2 de julho. A partir de quinta (11).

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