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“É muito cedo para falar em ser ídolo”, diz o jogador Gabriel Jesus à GQ

O mais jovem centroavante a vestir a camisa da seleção brasileira foi elogiado por Pep Guardiola, treinador do Manchester City

Por Redação VEJA RIO - 15 jun 2018, 18h55
gabriel de jesus - copa do mundo - manchester city
Pedro Dimitrow / GQ/Divulgação

Aos 21 anos, Gabriel Jesus, o mais jovem centroavante brasileiro a vestir a camisa 9 da seleção em uma Copa do Mundo, tem um currículo de veterano – na Olimpíada do Rio, foi campeão olímpico de futebol e considerado um dos melhores artilheiros do Brasil. Neste ano, consagrou-se campeão da liga inglesa pelo Manchester City. Com 17 gols marcados, foi eleito um dos destaques do time – o clube foi o segundo da história da Inglaterra a romper a marca dos 100 pontos em uma temporada. Apesar das conquistas com tão pouca idade, Gabriel preserva com responsabilidade qualquer empolgação exacerbada: “É muito cedo pra falar em ser ídolo. Ainda preciso fazer muita coisa pra atingir esse status”, disse à revista GQ de junho.

Da realidade pobre do Jardim Peri, no extremo norte de São Paulo, onde nasceu, até o posto de homem-gol do futebol inglês, foram apenas quatro anos. Na primeira temporada completa como profissional do Palmeiras, em 2016, conquistou o Campeonato Brasileiro e foi eleito o melhor jogador do torneio. O clube paulista não levantava a taça há 22 anos. Foi então contratado pelo Manchester City, atualmente um dos cinco clubes mais ricos do mundo, em que joga até hoje. Atualmente, o atleta mora em uma casa em Spinningfields, bairro moderno de Manchester.

“Apesar da pouca idade, o Gabriel não se assusta com o desafio. Está jogando bem e se sente solto no campo. Tem todo o potencial necessário para ser ídolo”, disse o comentarista da Rede Globo e ex-centroavante da seleção brasileira, Walter Casagrande, À GQ. Pep Guardiola, treinador de Gabriel no Manchester City, é outro que rasgou elogios ao atacante: “Acho que o Gabriel nunca vai perder esta energia e a solidariedade e qualidade incríveis que tem. Com o tempo, vai ser um jogador mais sábio, vai entender quando fazer um movimento ou outro”.

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