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Crítica: peça divertida, “Entonces Bailemos” privilegia encenação

Com estética simples, montagem acerta em cheio ao trazer histórias sobre relacionamentos possíveis

Por Renata Magalhães - 22 jul 2017, 11h30

 Entonces Bailemos. Além de divertido, o texto do premiado dramaturgo Martín Flores Cárdenas agrada em cheio ao trazer histórias possíveis e de fácil identificação sobre relacionamentos amorosos. Em cena, casais discutem a solidão, o companheirismo, as perdas e ganhos da vida a dois. O próprio autor veio ao Brasil para dirigir Elisa Pinheiro, Gustavo Falcão, Leonardo Netto e Marina Vianna, que mostram todo o seu entrosamento no palco. Vale destacar ainda o trabalho do músico Ricco Vianna, que, além de separar as tramas curtas com canções do gênero country, encarna alguns personagens e lidera algumas coreografias assinadas por Manuel Atwell. A simplicidade da iluminação de Matias Sendón e do cenário de Alicia Leloutre, composto apenas de dois colchões, demonstra que o foco do espetáculo é realmente a encenação (60min). 12 anos. Sesc Copacabana. Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana. Quinta a sábado, 21h; domingo, 20h. R$ 25,00. Até domingo (30).

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