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Crítica: mostra de corais no Museu Nacional é bom programa para a família

Exemplares de espécies marinhas, como um gigantesco mero e uma tartaruga-cabeçuda, chamam a atenção dos pequenos

Por Renata Magalhães - Atualizado em 27 jun 2018, 11h12 - Publicado em 25 jun 2018, 08h00
ANDRE TELLES/Divulgação

 Expedição Coral: 1865-2018. Sons abafados de água e a iluminação azulada de uma curiosa instalação no teto ajudam a entrar no clima: a mostra, em cartaz no ­Museu Nacional, oferece aos presentes um passeio pelo fundo do mar e seus mistérios. Na pequena sala do 2º andar, o acervo traz relíquias como corais mantidos em perfeito estado de conservação desde os tempos de dom Pedro II. Esse patrimônio em exibição remete ao trabalho do naturalista Charles Hartt (1840-1878), pioneiro no estudo de nossa fauna e flora. Em grande número, textos explicativos vão satisfazer a curiosidade dos maiores — os mais novos, por outro lado, têm a atenção capturada por duas telas interativas que apresentam projetos de conservação espalhados pelo país e promovem um jogo sobre os impactos da ação do homem no ecossistema. Também se destacam os vários exemplares de espécies marinhas em exposição, como um gigantesco mero e uma tartaruga-cabeçuda (ambos na foto). Os visitantes podem matar a vontade de tocar nas peças em uma bancada que tem corais para ser manipulados. Museu Nacional. Quinta da Boa Vista, s/nº, São Cristóvão. Terça a domingo, 10h às 16h. R$ 8,00 (grátis no segundo domingo de cada mês). Até maio de 2019.

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