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Coletiva no MAM Rio exalta produção de artistas invisibilizados

Em parceria com outras duas instituições, A Memória É uma Invenção reflete sobre o que é patrimônio cultural. Fachada do prédio recebe instalação

Por Marcela Capobianco Atualizado em 17 set 2021, 10h22 - Publicado em 17 set 2021, 06h00
Abdias do Nascimento -
Abdias do Nascimento: artista foi um dos principais ativistas políticos dos direitos civis e humanos da população negra no Brasil Fabio Souza/MAM Rio/Divulgação

Em mais um passo do Museu de Arte Moderna do Rio rumo à diversidade estética e de pensamentos, a exposição A Memória É uma Invenção reflete sobre o que é patrimônio cultural.

Com curadoria de Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente, a mostra reúne cerca de 300 obras do acervo do MAM Rio, do Museu de Arte Negra/Ipeafro e do Acervo da Laje, de Salvador.

A ideia dos curadores é tratar, principalmente, de invisibilidade, presenças e ausências, bem como do apagamento de artistas periféricos, negros e indígenas.

Há pinturas, esculturas, gravuras e fotografias de Abdias do Nascimento (foto), Heitor dos Prazeres, Anita Malfatti e Maria Leontina, entre outros artistas.

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A fachada do museu exibe ainda, até o fim de novembro, a instalação Vulcão, da artista paulistana Carmela Gross. Feita com fitas de LED amarelas e vermelhas, a obra tem 4,5 metros de altura por 6,3 metros de comprimento e pode ser vista de longe.

Avenida Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo. Qui. e sex., 13h/18h. Sáb., dom. e fer., 10h/18h. Grátis. http://www.mam.rio. Até 9 de janeiro.

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