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Atriz Clarice Niskier volta aos palcos com monólogo afetivo-musical

A Esperança na Caixa de Chicletes Ping Pong trança 56 músicas do maranhense Zeca Baleiro a textos sobre a identidade cultural brasileira

Por Marcela Capobianco Atualizado em 13 jan 2021, 16h05 - Publicado em 13 jan 2021, 12h02

Unindo canções de Zeca Baleiro a fragmentos de textos de Sergio Buarque de Holanda, Ferreira Gullar, Eduardo Galeano, Hélio Pellegrino e Oswald de Andrade, o monólogo A Esperança na Caixa de Chicletes Ping-Pong traça um roteiro afetivo sobre a cultura brasileira.

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A peça, concebida e estrelada por Clarice Niskier, estará de volta ao palco do teatro da Casa de Cultura Laura Alvim a partir desta sexta (15).

“Esse trabalho é meu grito de amor ao Brasil, que reitera, poetica e dramaturgicamente, meus motivos para abraçar o país, em vez de deixá-lo”, conta Clarice, que comemorou 40 anos de carreira em 2020 e teve a primeira temporada do trabalho interrompida pela pandemia, em março.

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Além de passear por 56 músicas do maranhense, o espetáculo tem um momento de catarse em que a atriz convoca a plateia a cantar com ela Tudo Passará, de Nelson Ned.

Ao final, a montagem deixa uma ‘pulga atrás da orelha’ do espectador: haverá saída para o impasse político, social e econômico?

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O teatro vem funcionando com a capacidade reduzida e instalou filtros Hepa (High Efficiency Particulate Air) nos aparelhos de ar condicionado. Quem preferir pode assistir à peça pela internet, pela plataforma Funarj em Casa.

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100 minutos. Classificação livre. Sexta a domingo, 18h. Casa de Cultura Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema. R$ 40,00 (presencial). A partir de R$ 10,00 (transmissão on-line). Ingressos pela Sympla ou na bilheteria do teatro. Até 31 de janeiro.

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