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Três perguntas para Fernando Ceylão

O autor estreia a comédia dramática Como É Cruel Viver Assim, sobre quatro fracassados que armam um sequestro. A primeira apresentação é na sexta (18), no Teatro Laura Alvim

Por Rafael Teixeira Atualizado em 5 dez 2016, 13h43 - Publicado em 11 abr 2014, 19h14

Como surgiu esse texto? A primeira versão é bem antiga. Foi escrita a lápis, em um caderno com o Batman na capa. Eu tinha uns 17 anos e estava na escola. Entrei em uma igreja evangélica, por curiosidade, para ver um culto, e ouvi o depoimento de um sujeito que me inspirou. Retomei a peça dez anos depois, em 2005, e ela quase estreou, mas não aconteceu. Depois, o Guilherme Piva (diretor da montagem) me pediu um texto e eu dei este.

Você foi um dos pioneiros da stand-up comedy no Brasil. Por que não continuou na seara? Eu me interessava pelo universo dos talk-shows, e vi que todos os apresentadores tinham sido comediantes de stand-up. Fui experimentar o formato, mas isso sempre ocupou muito pouco do meu pensamento artístico. Eu sempre me interessei mais por outras coisas.

Qual é a sua opinião sobre as críticas ao programa Zorra Total, do qual você é um dos redatores? O Zorra apanha, mas está fazendo quinze anos e é a maior audiência de programa que vem depois da novela. Tem algo ali que é importante de ser pensado em termos de comunicação de massa no Brasil. Eu tenho um pouco daquele humor dentro de mim. Acho eletrizante estar ao lado do Maurício Sherman ou do Paulo Silvino.

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