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Alerj busca bufês requintados em meio à crise do estado

O menu de almoços, servidos na Assembleia Legislativa, deve conter duas opções de saladas, três de guarnições, duas de pratos quentes e duas de sobremesa

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 10h56 - Publicado em 15 nov 2016, 17h20

Apesar do “pacote de maldades”, como os servidores públicos se referem ao pacote de proposto por Pezão, outros órgãos públicos têm mantido os gastos. É o caso da Assembleia Legislativa do Rio. Conforme informou o jornal O GLOBO, o menu de almoços e coquetéis da Alerj, que podem ser servidos para grupos de até 500 pessoas, contam com canapés e miniporções. Além disso, os almoços devem conter duas opções de saladas, três de guarnições, duas de pratos quentes e duas de sobremesa. Ainda de acordo com a publicação, o órgão não revelou se a compra foi efetivada e que valores foram desembolsados.

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Após ficar quase oito meses licenciado do cargo, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) reassumiu o posto e anunciou um pacote de austeridade para conter a crise econômica enfrentada pelo estado. Entre as medidas propostas estão a extinção do programa Renda Melhor, que funciona como complemento do Bolsa Família, além de oito restaurantes populares, já parcialmente paralisados, e que serviam até 35 mil refeições e 22 mil cafés da manhã por dia, a um custo de R$ 2,00 e R$ 0,50, respectivamente.

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