Rio recebe a primeira edição do projeto Pedale por uma Causa

Passeio ciclístico é organizado por associação de pacientes de esclerose múltipla. Objetivo é chamar atenção para a doença que afeta 2,3 milhões de pessoas no mundo

Domingo (28) é dia de deixar a preguiça de lado e pedalar. Por uma causa nobre. O Rio receberá a primeira edição do movimento Pedale por uma Causa, em apoio aos portadores de esclerose múltipla. Com percurso de 10 quilômetros e sem restrição de idade, o passeio ciclístico gratuito tem início previsto para às 9 horas, no Clube Israelita Brasileiro. Haverá sessão de alongamento, entrega de camiseta oficial do evento e medalha de participação, além de coleta de alimentos não perecíveis que serão doados a entidades assistenciais. Clique aqui para realizar a inscrição, grátis. http://bit.ly/pedale2016

O encontro acontece concomitantemente em Florianópolis, Porto Alegre e São Paulo. A ideia da pedalada é unir pacientes – com ou sem mobilidade reduzida – e a população para alertar sobre a necessidade de repensar a inclusão e a acessibilidade, além de diminuir o preconceito em relação à doença e aumentar o conhecimento sobre seus sintomas.

Pedale por uma Causa – Esclerose Múltipla. Domingo (28), das 9h às 12h. Ponto de encontro: Rua Barata Ribeiro, 489 (Clube Israelita Brasileiro). Grátis.

Saiba mais sobre a Esclerose Múltipla

Comum e ainda mal compreendida, a esclerose múltipla é uma doença autoimune e inflamatória do sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Crônica e reincidente, pode levar a sintomas que são muito variáveis. A EM ocorre mais frequentemente em jovens entre 20 e 40 anos e é de 2 a 3 vezes mais comum em mulheres.

Muitos sintomas são possíveis na esclerose múltipla. Entre os mais comuns estão problemas de visão, perda de sensibilidade em alguma região do corpo, dor persistente sem motivo no braço ou na perna, no tórax, formigamento ou fincadas repetitivas e frequentes nos membros.  Além disso, perda de força localizada nos membros, falta de coordenação dos movimentos, vertigem (labirintite), sensação de querer vomitar ou mesmo vômitos e também muitas vezes a visão dupla.

Como não há não há um exame específico para a doença, o diagnóstico se baseia no conjunto de informações clínicas, no exame neurológico do paciente e em exames complementares, como a ressonância magnética. Para saber mais: www.amigosmultiplos.org.br

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