Disruptiva propõe experiências sensoriais diferentes de outras mostras

Exposição faz parte do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File)

Disruptiva. Interativa do início ao fim, a mostra, parte do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), propõe experiências sensoriais bem diferentes das já oferecidas em outros eventos do gênero. A mais impressionante, sem dúvida, é Shrink, obra do belga Lawrence Malstaf que embala o visitante a vácuo. Mesmo. Simuladores, aliás, são o ponto alto do programa. Imagine-se deitado sobre o chão duro, que, subitamente, começa a flutuar até espremer o participante entre duas aconchegantes camadas infláveis: The Physical Mind, do holandês Teun Vonk, entrega cinco minutos de relaxamento garantido. Little Boxes (na foto), do espanhol Bego M. Santiago, projeta criaturas assustadiças em caixinhas que fogem quando alguém se aproxima. É divertido — e há muito mais. O problema é a fila. CCBB. Rua Primeiro de Março, 66, Centro. Quarta a segunda, 9h às 21h. Grátis. Até 4 de junho.

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