Dez programas imperdíveis para o fim de semana

VEJA RIO selecionou atrações para deixar seu fim de semana mais animado. Destaque para o concurso Comida Di Buteco que começa nesta sexta (14)

Comida di Buteco 2017

Petisco do bar Os Imortais (Reynaldo Peixoto/Divulgação)

Começa na sexta (14 de abril) e vai até dia 14 de maio a edição carioca do concurso Comida di Buteco 2017. Segundo as regras da disputa, os sessenta participantes de 2017, catorze a mais que no ano passado, devem usar um cereal no petisco concorrente, oferecido ao preço máximo de R$ 25,90.

Evandro Mesquita

Blitz (Juba/Divulgação)

No verão de 1982, a Blitz estreou no Circo Voador, à época na Praia do Arpoador. Trinta e cinco anos depois, Evandro Mesquita volta à lona (reerguida na Lapa) com a nova formação da banda, para gravar o DVD do recém-lançado álbum de inéditas, Aventuras II. O programa inclui hits da antiga e participação de Alice Caymmi. Circo Voador. Arcos da Lapa, s/nº, Lapa. Sábado (15), a partir das 22h. R$ 80,00 (1º lote).

Ubu Rei

(Ary Brandi/Divulgação)

Inspirado em um professor de física, o francês Alfred Jarry (1873-1907) criou o tiranete mesquinho, ávido por poder, protagonista deste clássico. Marco Nanini escolheu o texto de 1896 para celebrar cinquenta anos de carreira e comanda divertida montagem com a Cia. dos Atores. Garantia da atualidade da peça, a sátira política perde espaço para a comicidade na encenação do diretor Daniel Herz. O cenário de Bia Junqueira surpreende ao flertar com o surrealismo, que Jarry influenciou, mas, mesmo grandioso, sucumbe à imensidão do palco. Ao longo da sessão, brilham de verdade os talentos de Nanini (Pai Ubu) e Rosi Campos (a grosseira Mãe Ubu, papel vivido pela atriz em 1985, na versão de Cacá Rosset), além de saborosas cenas que sugerem mais do que mostram (90min). 14 anos. Oi Casa Grande. Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon. Quinta a sábado, 21h; domingo, 20h. R$ 100,00 a R$ 120,00. Até o dia 30.

Otto Stupakoff: Beleza e Inquietude

Otto Stupavkoff (Otto Stupakoff/Divulgação)

Mais de 300 imagens revelam o inventivo trabalho do fotógrafo paulista na moda, segmento em que foi pioneiro, em viagens e em belos retratos de personalidades. Além das preciosas reproduções, a exposição ensina sobre a vida instigante do artista. Fica em cartaz até domingo (16). Instituto Moreira Salles. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Terça a domingo, 11h às 20h. Grátis.

Memórias de um Pequeno Grande Príncipe

(Veja Rio/Divulgação)

O grupo niteroiense Artecorpo Teatro e Cia conta a conhecida história a partir das lembranças do aviador. O protagonista é representado por um boneco articulado de 75 centímetros. Teatro Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema. Sábado e domingo, 17h. R$ 30,00. Até o dia 30.

Forró do Kiko com Carlos Malta e Pife Muderno

Kiko Horta e Carlos Malta: arrasta-pé no Circo (Michelle Castilho/Divulgação)

Comandado pelo sanfoneiro Kiko Horta, à frente de um sexteto, o arrasta-pé põe todo mundo para bailar ao som de Dominguinhos, Gonzagão e Gil, entre outros. O grupo divide o palco com Carlos Malta, fera dos sopros, e a banda formada por Andrea Ernest Dias (pifes, bansuri e flautas), Oscar Bolão (percussão), Marcos Suzano, Bernardo Aguiar (pandeiros) e Durval Pereira (zabumba), que revisitam clássicos como Ponteio (Edu Lobo) e Pipoca Moderna (Caetano Veloso). Circo Voador. Arcos da Lapa, s/nº, Lapa. Sexta (14), a partir das 22h. R$ 60,00 (1º lote).

Passinho Brazil — Favela Digital

Dirigido por Henrique Talmah, o elenco reúne dez dançarinos de favelas do Rio. A trupe leva ao palco parte de sua história para abordar a dança nascida na periferia. Caixa Cultural. Avenida Almirante Barroso, 25, Centro. Quinta (13) a sábado (15), 19h. R$ 4,00.

Velozes e Furiosos 8

(Divulgação/Divulgação)

Inaugurada em 2001, a cinessérie Velozes e Furiosos começou exibindo rachas até hoje imbatíveis. Depois de alguns deslizes, a franquia reencontrou a boa fórmula da ação incessante (feita de deliciosas cenas absurdas) nos episódios 6 e 7 (o da despedida do ator Paul Walker, um dos protagonistas). Mas eis que, após dois filmes espetaculares, Velozes e Furiosos 8 frustra. Há dois problemas: um roteiro metido a complexo e a falta de sequências de deixar a plateia boquiaberta. A trama tem início de forma promissora em Havana com um eletrizante racha “das antigas”, proposto por Dom Toretto (Vin Diesel, no detalhe). Em seguida, ele é procurado pela misteriosa Cipher, uma ciberterrorista interpretada por Charlize Theron. Toretto vê um vídeo e, abalado, decide acompanhar a vilã em missões pelo mundo. Sua namorada (Michelle Rodriguez) e os parceiros, que não sabem o motivo da “traição”, são, então, contratados pela CIA para localizar a dupla. A trama se desloca para Nova York e a Rússia (na verdade, as filmagens da perseguição no mar congelado foram feitas na Islândia) a fim de promover duelos entre os adversários. Há momentos mornos, quase em marcha a ré, no ritmo cambaleante. Irritam, ainda, a vontade e a pretensão de dar uma cara de Missão: Impossível à história. A divertida brincadeira de amigos de antes ficou séria e, não fosse pelo bom humor e charme de Jason Statham, este oitavo capítulo seria mais sisudo. Direção: F. Gary Gray (The Fate of the Furious, EUA, 2017, 136min). 14 anos.

Gisberta

Luis Lobianco em “Gisberta” (Elisa Mendes/Divulgação)

Luis Lobianco estrela o monólogo de Rafael Souza-Ribeiro, mas não está sozinho em cena. Para narrar a história de uma travesti assassinada em Portugal, o ator conta com a companhia dos músicos Lúcio Zandonadi, Danielly Sousa e Rafael Bezerra. A trilha sonora sublinha as mudanças de clima do espetáculo, ora leve e divertido, ora chocante. Um jogo instigante entre a luz afinada de Renato Machado e o cenário de Mina Quental esconde e revela o trio de instrumentistas ao longo da sessão. Lobianco não encarna Gisberta, e sim figuras importantes de sua trajetória, das descobertas na infância à derrocada, já na cidade do Porto. Seu desempenho comovente merece tantos aplausos quanto a mensagem da peça, um libelo contra o preconceito que alimenta a violência. A propósito: é aconselhável garantir os ingressos com antecedência (70min). 14 anos. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro. Quinta a domingo, 19h30. R$ 20,00. Até 30 de abril.

Katia Wille

(Katia Wille/Divulgação)

A mostra Fluxofloração faz uma ode à exuberância feminina através de dezesseis telas com cenas curiosas de nadadoras em contato com a natureza. O painel de grandes dimensões reproduzido acima é um dos destaques. Centro Cultural Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro. Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até o dia 30.

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