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Otavio Furtado

Por Otavio Furtado, jornalista e consultor de diversidade & inclusão Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
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Elon Musk, Trump e J.K. Rowling estão em processo de boxeadora argelina

Os três famosos foram citados nominalmente na queixa por assédio virtual sofrido pela campeã olímpica durante Paris 2024

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14 ago 2024, 17h41
Elons Musk, Donald Trump e J.K. Rowling foram citados em processo aberto por boxeadora argelina
 (COI/Divulgação)
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Figuras importantes como Elon Musk, Donald Trump e J.K. Rowlling estão no processo movido pela boxeadora argelina Imane Khelif depois de ganhar o ouro nos Jogos Olímpicos. A campeã olímpica abriu processo na promotoria de Paris para investigação do assédio virtual que sofreu durante a competição e, segundo apurou a revista Viariety os nomes acima foram citados na queixa.

O objetivo da denuncia, segundo o advogado da vítima, é determinar quem esteve a frente da campanha de “misoginia, racista e sexista”, além de alcançar “aqueles que alimentaram esse linchamento virtual”, conforme informou a BeFree Mag. A procuradoria de Paris se manifestou confirmando que iniciou a investigação sobre o caso e que “tem toda a liberdade para investigar todas as pessoas, incluindo aquelas que possam ter escrito mensagens de ódio sob pseudónimos.

Em uma mensagem para seus mais de 14 milhões de seguidores no X, J.K. Rowlling escreveu: “Uma jovem boxeadora teve tudo o que ela trabalhou e treinou roubado porque você permitiu que um homem entrasse no ringue com ela”, se referindo a Kirsty Burrows, Líder da Unidade de Esporte Seguro do Comitê Olímpico Internacional. Esta foi apenas uma das inúmeras mensagens postadas pela criadora de Harry Potter sobre o caso, em uma sequência de ataques impressionante.

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Elon Musk e Donald Trump repostaram mensagens de outras pessoas na rede social corroborando os ataques sofridos pela boxeadora que sequer é uma mulher trans, como eles afirmam. Segundo o advogado Nabil Boudi, que representa a atleta, embora esse três nomes estejam citados na denúncia o pedido é para que a promotoria investigue não só essas pessoas, mas todos que achar necessário.

O advogado explicou que mesmo que as pessoas não vivam na França, há a possibilidade do Ministério Público Francês pedir assistência jurídica de outros países através de acordos já firmados. Por fim, Boudi explicou que a ação é contra pessoas e não as plataformas onde os ataques foram feitos. “É responsabilidade de legisladores impor sanções às plataformas, não nossa”, afirmou.

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