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Lu Lacerda

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“Lei Felca”: tema da adultização infantil chega à Alerj

Deputado estadual protocola projeto que cria a Política Estadual de Conscientização e Combate à Adultização Infantil

Por lu.lacerda
Atualizado em 12 ago 2025, 16h34 - Publicado em 12 ago 2025, 13h30
Vídeo de Felca, com quase 50 minutos sobre adultização infantil, está com mais de 32 milhões de visualizações
Vídeo de Felca, com quase 50 minutos sobre adultização infantil, está com mais de 32 milhões de visualizações  (./Divulgação)
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Apesar de não ser algo novo, o influenciador Felca deu um gás no tema da adultização infantil, gerando uma repercussão gigantesca no Brasil. O assunto chegou à Alerj nesta terça-feira (12/08), em forma de projeto de lei.

O deputado estadual carioca Vinicius Cozzolino protocolou um projeto que cria a Política Estadual de Conscientização e Combate à Adultização Infantil. A proposta visa a garantir proteção integral de crianças e adolescentes, assegurando seu desenvolvimento físico, psicológico, social e moral, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O vídeo do YouTuber já ultrapassa 32 milhões de visualizações (só no YouTube), mostrando casos de crianças com comportamento sexualizado na Internet. Isso gerou um tsunami de denúncias, comoveu internautas e mexeu com o Congresso Nacional — nesta mesma terça (12/08), senadores propuseram uma CPI contra exploração infantil nas redes, o que deve ser chamado “Lei Felca”, para endurecer penas e obrigar as plataformas a retirar rapidamente os conteúdos ofensivos.

O texto de Cozzolino prevê campanhas de alerta sobre os riscos da adultização infantil e orientações para o uso seguro das mídias digitais, com distribuição de materiais didáticos para escolas públicas e privadas, além de canais de denúncia, entre outras medidas.

“O objetivo não é censurar a arte ou a liberdade de expressão, mas criar limites para proteger crianças e adolescentes de pressões, estímulos e exposições inadequadas. Infância não é fase de performar comportamentos adultos para likes ou visualizações, e sim de aprender, brincar, se desenvolver e sonhar”, disse Cozzolino.

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