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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Ministra da Cultura: ausência marcante no velório de Cacá Diegues

No mesmo dia, Menezes fazia o “Maga Convida Axé 40 anos”, no Candyall Guetho Square, em Salvador

Por lu.lacerda
Atualizado em 17 fev 2025, 13h28 - Publicado em 17 fev 2025, 13h00
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Margareth Menezes o show "Maga Convida Axé 40 anos", no Candyall Guetho Square, em Salvador, no sábado (15/02)  (@dgandradee/Reprodução)
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O grupo que forma a Cultura carioca ainda não deixou pra trás a ausência da ministra Margareth Menezes no velório do cineasta Cacá Diegues, nesse sábado (15/02), na sede da Academia Brasileira de Letras, no Centro. É o assunto em conversas à meia-voz.

“Por que a ministra, com a facilidade de um cargo no ministério, não compareceu ao um último adeus a quem fez tanto pela Cultura brasileira?”, pergunta alguém que esteve na despedida — não foi Gilberto Gil ou Marieta Severo, ou Mariana Ximenes, ou Camila Pitanga, ou Regina Casé, ou Marcos Palmeira, ou outros inúmeros que estiveram lá, com eles. Foi um grande escritor, que não quer seu nome publicado “para não ter de ouvir desculpas”, diz ele.

No mesmo dia, Menezes fazia o “Maga Convida Axé 40 anos”, no Candyall Guetho Square, em Salvador, com duas amigas: Ivete Sangalo e Daniela Mercury.

Falou-se muito, também, sobre a política atual do governo com a Cultura, especialmente o cinema: muitos se sentindo traídos por todo o apoio que deram na campanha. O governo Federal anunciou 15 bilhões para a Cultura, através de leis de incentivo, e disse que não haveria nenhum artista reclamando. Não é o que está acontecendo.

Os atores do Grupo Nós do Morro, do qual Cacá era parceiro e amigo desde a década de 1990, fizeram-lhe uma homenagem, declamando trechos de filmes. Foi o diretor que ajudou na implantação do núcleo de audiovisual, incentivando Rosane Svartman e Vinícius Reis a despertar o amor pelo cinema e pelo audiovisual. Cacá também acreditou nos atores formados no grupo, levando vários para trabalharem em seus filmes durante a retomada do cinema nacional e também nos cineastas da favela, produzindo filmes, como “Cinco Vezes Favela”, com muitos  capítulos dirigidos por Luciana Bezerra, Luciano Vidigal e Gustavo Melo.

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Antonio Pitanga também falou sobre o diretor levar protagonistas negros para os telões, em 1960 – ele  protagonizou “A Grande Cidade” (1966).

O prefeito Eduardo Paes anunciou uma homenagem a Cacá Diegues com um monumento na Floresta da Tijuca.

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