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Bruno Chateaubriand

Por Bruno Chateaubriand, jornalista Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO

Os novos subprefeitos e os desafios das maiores regiões do Rio

Zona Norte, Zona Sul e Barra têm novos gestores. A coluna conversou com eles sobre desafios, prioridades e uma curiosa coincidência entre os três

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Atualizado em 4 abr 2025, 18h12 - Publicado em 4 abr 2025, 16h13
Mapa da Zona da leopoldina em 1911
Mapa do Distrito Federal: cidade do Rio de Janeiro Olavo Freire, 1911 (BNDigital do Brasil/Arquivo pessoal)
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O Rio de Janeiro é dividido em onze subprefeituras, responsáveis pela administração regional da cidade. Com a virada do ano, três novos subprefeitos assumiram seus cargos, representando a Zona Sul, a Barra da Tijuca e a Zona Norte. Após o primeiro trimestre de gestão, a coluna conversou com eles para entender os desafios, as qualidades de cada região e uma coincidência curiosa: os três são torcedores do mesmo time de futebol e, no Maracanã, vestem a mesma camisa.

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Douglas Araújo, subprefeito da Zona Norte (Divulgação/Divulgação)

Douglas Araújo comanda a subprefeitura da Zona Norte, a região mais populosa da cidade. Formado em Relações Internacionais, tem 32 anos, é casado, torcedor do Fluminense e da Unidos de Vila Isabel, embora confesse um carinho especial pela Portela. “O maior desafio é representar tantas pessoas dessa região da cidade. Como diz o prefeito, somos o coração do Rio.” Para ele, a riqueza cultural da Zona Norte é um dos pontos mais fortes, mas exige atenção. “Temos inúmeros desafios e precisamos estar em estado de alerta constantemente.”

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(Divulgação/Divulgação)
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Bernardo Rubião, subprefeito da Zona Sul, tem 26 anos, é solteiro, torcedor do Fluminense e apaixonado pela Beija-Flor de Nilópolis. Nascido em Copacabana, cresceu jogando futebol na praia e conhece bem a dinâmica da região. “A Zona Sul tem uma particularidade única. Sou cobrado pelos moradores do metro quadrado mais caro do Brasil, mas, ao mesmo tempo, preciso atender às demandas das comunidades da área”, explica. Para ele, o melhor do cargo é a proximidade com a população. “É entender as necessidades de cada morador e contribuir para o desenvolvimento econômico da chamada ‘joia da coroa’ da cidade.”

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(Divulgação/Divulgação)

Já na Barra da Tijuca, quem está à frente da subprefeitura é Leandro Marques. Casado, pai de três filhos e professor de Educação Física, ele também torce para o Fluminense e é apaixonado pela Mocidade Independente de Padre Miguel. “Meu maior prazer é saber que posso ajudar as pessoas no dia a dia”, afirma. No entanto, ele admite que o trânsito da Barra é um dos desafios mais complexos. “A mobilidade é um problema constante, e buscamos soluções para melhorar o fluxo viário.”

 

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