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O urbanismo pode ser pop

Por Lula Branco Martins - Atualizado em 5 dez 2016, 16h13 - Publicado em 8 jun 2011, 19h02

Discutir se tem favela virando bairro, se realmente existem “ex-favelas” ou se isso não passa de uma questão de nomenclatura, sem vínculo com a vida real, será o mote de um curso que se inicia no dia 13 no Polo de Pensamento Contemporâneo (POP), no Jardim Botânico. Áreas mais coloridas e arejadas (como na montagem acima), o museu itinerante em forma de oca e calçadas públicas repletas de mesinhas, boas para um chope ou um carteado, são algumas das propostas dos urbanistas Pedro Évora e Pedro Rivera para um Rio melhor. Suas aulas serão divididas em quatro temas. Primeiro a dupla vai analisar como é a moradia do carioca, ressaltando que casas e prédios não podem ser ilhas dissociadas da urbe. Em seguida, eles falarão das ruas, consideradas o espaço público ideal para a interação social. O terceiro foco dos Pedros será a perda de identidade de muitos bairros do Rio, e o assunto final, a enorme distância entre a cidade que se tem e a desejada.

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